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As Artes na Grécia Antiga
As Artes na Grécia Antiga

O PENSAMENTO GREGO

 

AS ARTES.

A ARTE GREGA.

Mais do que qualquer ouro povo o grego venerou a beleza, atingindo um grau de perfeição incomparável nas suas concepções artísticas

A abundância de mármore e o apurado senso estético dos gregos permitiram-lhes uma arquitetura rice harmoniosa.  A linha reta era o elemento dominante; não se usava o arco nem a abóbada.  As colunas eram muito usadas nos templos e davam-lhes uma impotência e uma elegância admiráveis.

Existiam três estilos arquitetônicos:  o Dórico, o mais antigo e simples;  o Jônico, caracterizado pela leveza e flexibilidade de suas linhas; e o Coríntio, estilo complicado e muito trabalhado.

 

 

Um dos mais famosos templos gregos era o Pártenon.  Foi construído depois das guerras médicas, na época de Péricles, juntamente com o Erecteion (dedicado a Erecteu, lendário rei de Atenas) e o de Niké ou Templo da Vitória.  O Pártenon foi projetado pelos arquitetos Ictinos e Calícrates.  Embora destruído parcialmente, ainda hoje se pode admirar a bela decoração feita no seu friso pelo escultor Fídias.

Numa extensão de 166 metros ao longo da parte superior da nave alinhava-se o notável trabalho de Fídias que representa uma procissão em homenagem a Atena nos dias festivos dos jogos panatenaicos.  Com relevos de no máximo duas polegadas de espessura, o friso do Pártenon consegue dar uma ilusão de profundidade verdadeiramente notável.  O estilo das colunas era tipicamente dórico; as situadas nos ângulos são ligeiramente mais grossas e inclinam-se para dentro.  Muitas linhas do edifício são suavemente curvas para correção de ilusão de ótica.

O Erecteion é o mais belo templo em estilo jônico.

 

 

A ESCULTURA GREGA.

Nos séculos V e IV a.C. a escultura grega alcançou sua plena maturidade.  O mais famoso escultor grego desse período foi Fídias, também autor da estátua de Atena, existente no Pártenon, toda em marfim e ouro, com uma altura de 12 metros, e da estátua de Zeus, existente em Olímpia, tão famosa, que se julgava dever de todo grego vê-la pelo menos uma vez na vida.

Além dos deuses de Fídias, temos as obras dos escultores Miron, Policleto, Praxíteles e Lísipo que transformaram o mármore e o bronze em maravilhosas representações do corpo humano.  Miron é o autor do “Discóbolo” e Praxíteles imortalizou-se com a sua Vênus de Cnido.

 

 

 

A pintura achava-se estreitamente ligada à escultura.  Os pintores gregosa mais famosos foram Polignoto, Apeles, Zeuxis, Farnásio e Apolodoro.  Apolodoro é notável, particularmente, pelo relevo dado às suas figuras através da luz e da sombra.  Até o século V, as pinturas eram feitas preferencialmente em cor negra sobre um fundo vermelho, invertendo-se s combinação a partir deste período.

 

 

 

A MÚSICA NA GRÉCIA.

A princípio a música estava ligada à POESIA.  Os poetas da época de Homero geralmente acompanhavam suas poesias com a cítara.  Além de sua natureza artística a música teve entre os helênicos também uma função pedagógica e social; todos os homens livres estudavam música até os trinta anos e a incapacidade para o canto era considerada quase como uma infelicidade.  A flauta, a lira, a trombeta, a cítara, a gaita de foles e os instrumentos de percussão eram os mais usados.

O canto coral era a mais elevada manifestação da música grega.  Nas festas religiosas ou cívicas havia sempre um coro e periodicamente se realizavam festivais e competições corais.  A dança, como complemento da música, fazia parte integrante da educação e da cultura grega.  Suas formas eram variadas e iam desde a solene coreografia religiosa à movimentada dança báquica denominada kordax, que muito lembra as agitadas danças modernas.