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Clássicos a Descobrir no Netflix
Clássicos a Descobrir no Netflix

CLÁSSICOS A DESCOBRIR        

 

CATÁLOGO DA NETFLIX OFERECE OBRAS MARCANTES DO CINEMA AUSENTE NOS CANAIS DE TV POR ASSINATURA.

 

No cardápio de atrações apresentadas pela Netflix no Brasil, é tímida ainda a presença dos grandes clássicos do cinema.  Mas a demanda existe e, aos poucos, o serviço de vídeo por streaming amplia e renova seu catálogo de filmes memoráveis.  Listamos aqui 10 longas que podem ser garimpados na Netflix.  O critério de seleção priorizou títulos recentemente disponibilizados e que não figuram – ou estão há muito tempo ausentes – nos canais da TV por assinatura dedicado aos clássicos.

 

Dica: esses filmes não costumam aparecer nas sugestões para quem acessa o serviço via aplicativo na televisão.  Melhor procurar no site da Netflix e colocar entre seus favoritos.  E nem todos estão indexados com títulos em português.  Quando fizer a pesquisa, busque também pelo título original ou pelo nome do diretor, de um ator ou atriz.

 

A seleção da Netflix, prioriza o cinema americano.  Infelizmente, grandes obras-primas dos cinemas europeu e oriental ainda seguem ausentes no menu.  Nada de Bergman, Godard, Fellini, Visconti ou Kurosawa, por exemplo.  Mas estão bem representados por alguns de seus trabalhos mais importantes nomes como, entre outros, John Ford, Nicholas Ray, Orson Welles, Alfred Hitchcock, Steven Spielberg, Francis Ford Coppola, William Friedkin, David Lean, Sidney Lumet, Billy Wilder e Stanley Kubrick.

 

O MENSAGEIRO DO DIABO (1955)

Figura na lista como THE NIGHT OF THE HUNTER.  Incompreendido por público e crítica em seu lançamento, este foi o primeiro e único filme dirigido prlo ator Charles Laughton e se transformou em obra de culto.  Combina suspense, terror e fábula infantil com influências do expressionismo alemão.  Em atuação antológica Robert Mitchum vive um criminoso que finge ser um reverendo ao se aproximar da família do ex companheiro de cela que disse ter escondido US$ 10 mil em sua casa.

 

KES (1969)

O cineasta britânico Ken Loach acaba de erguer sua terceira Palma de Ouro no Festival de Cannes com seu mais recente filme I, DANIEL BLAKE.  KES é seu segundo longa nele o diretor apresenta uma característica que seria marcante em sua produção : o foco humanista e social nos dramas da classe operária.  Seu protagonista é um menino (David Bradley) que é hostilizada na escola e em sua própria casa.  O garoto encontra conforto no filhote de falcão que encontra em um ninho e passa a treinar.

 

A PRIMEIRA VITÓRIA (1965)

Com direção do austríaco Otto Preminger, que fez carreira em Hollywood como um dos grandes mestres do cinema, este drama de guerra reúne no elenco dois gigantes: John Wayne e Kirk Douglas.  Eles vivem oficiais americanos que se envolvem na imediata retaliação ao ataque dos japoneses à base de Pearl Harbor e na posterior campanha dos aliados na ilhas do Oceano Pacífico.  A ação é permeada por conflitos românticos e familiares.

 

ACONTECEU NAQUELA NOITE (1934)

Esta é considerada a melhor comédia romântica de todos os tempos.  Sob a direção do mestre Frank Capra, Clark Gable vive um jornalista garboso e falastrão que vislumbra um furo de reportagem na história de uma jovem milionária (Claudette Colbert) que fugiu de casa.  Entre implicâncias mútuas, idas e vindas, eles descobrem que foram feitos um para o outro.  Ganhou os Oscar de melhor filme, diretor, ator, atriz e roteiro.

 

RIO VERMELHO (1948)

Este faroeste de Howard Hawks apresenta o mítico John Wayne como um vaqueiro que se estabelece no Texas como criador de gado, à força e à bala, em meio a conflitos com índios e homens que reivindicam suas terras.  Ele viverá um conflito com seu filho adotivo – Montgomery Clift, em seu primeiro trabalho no cinema – quando este decide arriscar um numeroso rebanho numa perigosa jornada.  Hawks e Wayne trabalharam juntos também em HATARI! (1962), disponível na Netflix.

 

A BOSSA DA COM QUISTA (1965)

Este filme vencedor da Palma de Ouro em Cannes traz um registro da efervescência comportamental da Swinging London.  O diretor Richard Lester   o realizou entre dois filmes que consagraram a beatlemania: OS REIS DO IÊ-IÊ-IÊ (1965) e HELP! (1965).  A trama destaca um professor introvertido (Michael Crawford) e um músico mulherengo (Ray Brooks).  Beldades como as estreantes Charlotte Rampling, Jacqueline Bisset e Jane Birkin fazem figuração.  Aparece com seu título original:  THE KNACK.

 

O TREM (1964)

Encontrado no catálogo como THE TRAIN, este filme de guerra leva a assinatura de John Frankenheimer e tem a colaboração não creditada de Arthur Penn.  A trama se passa em 1944 na Paris ocupada pelos nazistas durante a II Guerra.  Um oficial alemão ordena que a valiosa coleção de obras de arte surrupiadas dos museus locais seja transferida de trem  para Berlim.  Integrante da resistência francesa, o personagem de Burt Lancaster é encarregado de sabotar a viagem, em uma corrida contra o relógio.

 

UMA VOZ NAS SOMBRAS (1963)

O filme de Ralph Nelson entrou para a história por ter consagrado Sidney Poitier com o primeiro Oscar de melhor ator conquistado por um negro – feito só repetido longevos 38 anos depois por Denzel Washington.  Poitier vive um desempregado, que, devido a um problema em seu carro, acaba abrigado em uma fazenda mantida por freiras do leste europeu com quem viverá divertidas situações de afeto e estranhamento.  Outro importante título de Potier está na Netflix:  NO CALOR DA NOITE (1967), como IN THE HEAT OF THE NIGHT.

 

O SOL É PARA TODOS (1962)

Este filme vencedor de três Oscar, entre eles o de melhor ator para Gregory Peck, adapta o célebre romance da escritora Harper Lee sobre um tema que fervia nos EUA dos anos 1960: a luta pelos direitos civis dos negros.  A trama se passa nos anos 1930, e uma cidade do Alabama.  Peck vive um íntegro advogado que enfrenta o conservadorismo local ao defender um  rapaz negro acusado de estuprar uma jovem branca.  A direção é de Robert Mulligan.

 

VEJA MAIS EM:  http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2015/04/lista-25-classicos-para-ver-na-netflix-4734843.html

 

 

Fonte:  ZeroHora/Segundo Caderno/Marcelo Perrone (marcelo.perrone@zerohora.com.br) em 10 de junho de 2016.